segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

e..

Sabe, hoje a gente não vai começar com aquele clichê de sempre.

Hoje não é o dia pra falar daquilo que gostamos de chamar de passado. Porque é lá que ele deve ficar. Enterrado. Assim mesmo.
Mas nem ouso dizer que um dia o esqueceria, sem ele, não seria quem hoje sou, seja isso bom ou ruim.

Hoje é sobre aquela tal da felicidade.

Normalmente, esta aparece nos lugares mais obscuros e menos prováveis. Provavelmente, é isso que torna tudo mais mágico.
Talvez tudo isso tenha ocorrido porque é difícil não sorrir estando ao seu lado. Talvez seja porque era só o que tinha naquela noite. Não, seria muito fácil. Era só você. Você e eu. Na hora certa, no lugar certo. E isso resultou no que hoje é meu sorriso, daqueles que eu não dava faz alguns bons meses. Nem ouso reclamar

há. fim.



domingo, 5 de dezembro de 2010

Você não merecia.

Você não merecia.

Quando encostava suavemente tua mão em meu rosto e se aproximava até que nosso olhar, nossa respiração passasse a ser simultanea e intensa. Seus lábios encontravam em mim uma fuga, enquanto os meus te transmitiam sentimentos que até então pareciam irreais.

Você não mereceu.

Se houvesse um filme sobre nós, ninguém veria. Nem mesmo eu. Para comprovar que aqueles sorrisos hoje foram em vão?

Você não merece.

Naqueles dias em que vi você arrumando sua máscara e sorrindo daquele jeito que me conquistou e hoje soa como nada para você. E infelizmente, para mim.
Apenas mais um na multidão. Apenas mais um que iria embora olhando um passado.

Um passado que nunca pertenceu a você.

Pois não era merecedor, suas escolhas hoje refletem o que venho me tornando.. Tola.
Deu seu coração a um monte farsas e falta de amor próprio que gostava de ser chamado de ser humano.

Tudo isso são vestígios de você.

Você não merecia.

A
s lágrimas, as bebidas e as promessas que continuo cumprindo agora que você já esqueceu que um dia as pronunciou. E meu coração acelera sempre que penso.

E você nunca mereceu. - Nunca

E talvez nunca saiba quais consequências sua indiferença causou. Talvez nem eu saiba.

E você continua sem se importar e merecer.


- O problema é que eu te amo, não tenho dúvidas que eu queria estar mais perto;

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Tudo o que eu queria te dizer


"Rique,

há dois anos que eu pareço um disco riscado, repetindo sempre a mesma coisa, que eu gosto de você mas não gosto do seu esnobismo, gosto de você mas não gosto do seu jeito escorregadio, gosto de você mas não gosto da sua vaidade. Estou sempre falando as mesmas palavras, e a gente vai se desencontrando, se desentendendo, seja no silêncio ou na repetição, nunca se afastando realmente e também nunca juntos, uma lenga lenga que pode até parecer amor - eu acreditava que fosse amor, por isso passei esses dois anos controlando meu tom de voz, acendendo uma vela pra deus e outra pro diabo, querendo você perto e longe ao mesmo tempo, então repetia: gosto disso em você mas não gosto daquilo, sempre com medo de que você se irritasse de vez e fosse embora, mas com medo também que você ficasse e me fizesse sofrer mais e mais. Dois anos, Ricardo, pedindo pra você me deixar em paz e nas entrelinhas gritando: me ame, seu idiota! E você surdo, mudo, cego e burro, desperdiçando o que eu tenho de mais sagrado, de mais inteiro e mais honesto, você sempre foi covarde que eu sei. Covarde. É por isso essa carta agora, Ricardo, para mudar de tom e arriscar, vou dizer o que penso, mas agora sem contemporizar, não mais contrabalançando minha decepção com as coisas que eu gosto em você, vou te dizer apenas o que eu não gosto, e azar se isso nos separar de vez, já não há remendo possível de qualquer maneira.

Te acho não só covarde, como mascarado, ainda que bem disfarçado por trás da sua lábia e de suas inócuas intenções. Se você tivesse 17 anos, ainda dava pra entender essa sua fixação em seduzir por seduzir, para colecionar trófeus. Todo mundo passa por uma fase de auto afirmação, mas aos 35, Ricardo, já era hora de você parar de blefar e investir em algo real, um sentimento que preencha a vida, você acha isso tão aprisionante? Pois prisioneiro você já é desta tua auto imagem que propaga para qualquer rabo de saia e que é falsa, incipiente, ridícula. O que adianta fazer as mulheres caírem aos teus pés por dois ou três meses, se depois elas descobrem o engodo e passam a desprezá-lo? Se você fosse orgulhoso mesmo, reduziria o número de vítimas e aumentaria o número de amigas. Porque se continuar sendo moleque vai morrer bem sozinho, ou com alguma namorada de ocasião, dessas que não vão lhe dar filhos nem justificar seus dias gastos. Você gasta seus dias com o supérfluo. E se acha tão profundo.

"Outra apaixonada", você deve estar pensando. Não negarei, sou mesmo apaixonada por você, mas menos, bem menos do que já fui, pois já consigo enxergar quem você é, e quem você pensa que é, duas figuras bem distintas, pois você pensa que é especial, e não passa de uma caricatura de homem, de um disfarce bem feito, um boneco de cera daqueles que a gente diz, nossa, mas é igualzinho a um ser humano, só que olhando de perto a gente vê que a expressão não muda, o olhar não brilha, a pose é sempre a mesma.
Pobre você, don juanito, que teve mulheres bacanas na mão, não só eu, mas eu inclusive. Você que podia ter dado um basta nas suas pretensões e ter vivido um caso de amor igualzinho aos de seus amigos, bem demorado e bem curtido, mas ora, imagina, Ricardo Saraiva Paz Vieira, ilustre ninguém, não podia ser mais um, tinha que se destacar, e se destacou como um pretenso bom partido, enquanto não passava de um produto mal acabado de gente. Você prometia. Tinha, e tem, potencial. Só não sabe o que fazer quando chega a hora de se entregar, prefere escapulir feito um rato.

Rique, magoei você o suficiente para me odiar, para me chamar de maluca, para tripudiar sobre meu destempero? Não me importo, você pode estar menosprezando minhas palavras agora, mas elas vão entrar uma por uma na sua cabecinha, vão morar aí por alguns dias até que você consiga mais duas ou três trouxas que o distraiam e o façam esquecer de quem você realmente é, um arremedo de homem, um protótipo, um rascunho, isso, você é o rascunho do homem perfeito, um layout, fica sempre devendo a finalização, o mulherio paga e não te recebe, você deve achar isso muito divertido. Mas, escuta, o único palhaço aqui é você, porque no final das contas é você que resta sempre sozinho, sem uma história verdadeiramente bonita pra contar.
Hoje não tem quero e não quero, gosto e não gosto, acabaram-se os meus cuidados com você, o morde e assopra, você não merece meu carinho, meus elogios, meu apoio, nunca soubre retribuir nem agradecer, considera-se merecedor de todos os afetos, quem é você, um príncipe escondido nesse quarto e sala em que vive, dirigindo seu Corsa como se fosse uma nave espacial, olhe bem pra você, nem bonito você é, nem bonito.

É o homem que eu amo, e isso lhe deveria servir. Mas, se não serve, se você dispensa esse tipo de sentimento barato, fazer o quê?

Para mim é sofrimento localizado, e demorado, admito, mas não vai durar tanto quanto a sua catástrofe emocional, que é pra sempre.

Cecília"

Tudo que eu queria te dizer - Martha Medeiros.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

away

Por meses e meses eu guardei em mim e em muitas das minhas coisas você, e estava tudo bem. Porém, quando você se foi, tudo se transformou em uma bagunça. Eu não queria te tirar de todos os momentos da minha vida, mesmo que você não quisesse mais estar lá. Então eu conservei qualquer vestígio que lembrasse você, qualquer um. Uma blusa, uma carta, uma declaração e até mesmo um colégio - sim, não tenha dúvidas quando eu disse tudo.

E o tempo foi passando, o mundo foi girando, as pessoas se transformando e eu parada em relação a isso. O que é isso, eu não sei, pois definitivamente não é "nós" nem "você" e muito menos "eu".

Primeiro entenda uma coisa, eu nunca quis isso. Eu não quis te guardar em tudo, eu não quis pensar em você a cada segundo do meu dia e durante a noite ter você em meus sonhos, mas foi assim.

Até aquele dia. O dia em que tudo mudou.

Normalmente, as mudanças ocorrem aos poucos, e quando eu digo mudanças, me refiro a atitudes e não sentimentos IN-felizmente. Mas comigo não foi desse modo. Eu me recordo de cada instante do dia em que desisti. Me vesti de algo que eu não sou e provavelmente nunca serei, absorvi sua energia completamente e então fui embora. Te dei um adeus e uma carta. O que eu não sabia, é que eu deveria ter te dado outras coisas. Minha tristeza, minha solidão, minhas lágrimas - não importa mais, elas já foram embora durante as longas madrugadas em que te esperei. De qualquer jeito, depois disso, tudo foi uma questão de tempo, de doces e de amigos até que eu soubesse que teria que fazer mais do que apenas isso pra me livrar de ti.

Isso foi lento. Te disse adeus de tantas formas e você não notou nenhuma.
Tive tanto medo de apagar aquela tinta que escreveu. "Estive aqui".
Sabe, eu não queria realmente ter que esquecer que você esteve aqui. Antes. Hoje eu finalmente percebi que sua presença tem causado mais sofrimento do que qualquer outra coisa. Não, obrigado, eu passo.

Assim como você esqueceu várias conversas e vários sentimentos, hoje eu esqueço você. Os vestígios que tenho de ti estão indo. Eu joguei fora. Eu te joguei fora. Realmente o amor não é o suficiente. Porque eu ainda te amo, mas jamais aceitaria qualquer coisa que viesse da sua pessoa, não é você quem vai me fazer feliz, não é!

Adeus, estou indo recomeçar.
Estou indo ser feliz.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Have you forget?

Lembra quando você me disse que eu seria a sua única e que se eu não parasse com aquelas gracinhas, talvez nem pudesse mais se casar comigo? E eu ri porque imaginei que seria tudo uma brincadeira, dessas que nunca tem fim. Talvez, eu não tenha sido o suficiente pra você, e falar isso é estranho pra mim, eu que sempre tento fazer tudo tão certo; Mas com você sempre foi diferente.
Foi sem sombra de dúvida uma das melhores pessoas que eu conheci e talvez eu nunca tenha te agradecido por ter ficado aqui por tanto tempo, ou por ter digo que não ia desistir de mim. Mas veja só, você desistiu. Como todos os outros, e hoje eu escrevo sobre você, como escrevi sobre todos os outros que quebraram meu coração. Parabéns, hoje, você é só mais um, um que me fez chorar, um que não vai sentir minha falta, um que nunca mais vai ser o garoto em quem eu vou pensar, um que não vai voltar. Lembra quando eu te disse, "people always leave''? E quando eu te falei sobre as coisas que poderiam ter sido e nunca foram? e você, tão engraçadinho, foi lá e se prontificou a escrever 'sobre todas as coisas que AINDA podem ser. Hoje não mais, né? Hoje você vê como é fácil esquecer alguém que está longe quando aparece um sopro de paixão por perto, engraçado, não é?

E você acha tão lindo por um fim nisso tudo pra ficar algo de bom, alguma lembrança saudavel e feliz. Pra você. Porque pra mim, olha só, o que restou. Do que um dia fui eu.
Obrigado por ter feito parte de todos que tentaram me derrubar. Você conseguiu.
O que tanto quis, hoje te deixo ir embora. Adeus.

Disseram que eu só ando escrevendo sobre esse tipo de coisas, mas, sobre o que escrever, se na minha vida só restam partidas, sem fim? :*

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

er

É normal pra mim durante a madrugada começar a pensar em minha vida como uma coisa só. Adivinha a conclusão. Uma bagunça total.
Acontece que parece que faz tempo demais que as coisas não estão em seus lugares, vez ou outra, nem me recordo o que é ter essas 'tais coisas' encaixadas.

Semanas atrás encontrei um meio de levar essa dor embora e sentir apenas uma. Só que cicatrizou, enquanto as minhas, ' desempre' continuam abertas, sem pensar em começar a cicatrizar, encontrando a dor imensa cada vez que encontro a mim mesma.

Será que nós realmente nos acostumamos a ficar no escuro? Porque eu sinceramente não consigo enxergar a luz, seja ela o que for. Todos dizem coisas demais, são conselhos demais, mas nenhum me diz como sair desse túnel, desse poço. E sem saber se submergir seria uma boa coisa, eu continuo aqui. Dessa vez, é diferente. Dessa vez não adianta mais sair por aí tentando encarar a vida de outras formas. Beber não tem adiantado, sair também não. Dormir é quase uma fuga. Então, o que fazer? Se nem escrever parece ter o mesmo sentido, o que fazer?

Eu imploro, eu olho pra você, eu preciso.

Há um dia em sua vida que já não se sabe nem o motivo do desejo, esse dia chegou. Desejar, por que? Decepções já existem muitas. Ouvir você falar também já cansou, é coisa do verão passado.

No final de 2010 eu não sei mais quem eu sou. Com esses tal 18 anos, eu não sei quem sou, não sei como melhorar, não sei como parar de me machucar, não sei como não mais me apaixonar, não sei.

Cansei de cair, preciso levantar sozinha dessa vez. Mais uma vez, né? Quantas vezes mais?
Preciso respirar de verdade... como? procurar cansa demais. não encontrar o que se procura, então..

pf.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Essa vai pra você.

Nós passamos dias, meses e até anos esperando por alguma coisa. Eu esperei por mim mesma.
Esperei sair dessa toca, desse poço que estava perto demais do precipício em que me joguei, segurando graciosamente essa tua mão.

Essa tua mão fraca, que me deixou cair, que me despedaçou, que machucou não só meu coração, mas eu inteira. Veja como estive por você. Ridiculamente quebrada.

No nosso dia te entreguei meus sentimentos. Mais uma vez. Joguei todos fora, retirei-os de minha mente e entreguei em forma de papel pra ti. Pra que pudesse ver tudo que senti.
Porque você sabe, das palavras nós não fugimos, e esta folha de papel que dei pra ti estará guardada sempre, não importa quantas vezes você a jogue para longe ou queime. Estão guardadas.
Tanto em você, como em mim.

E hoje é o dia de superar. Não se engane, quando disse que ia embora, eu FUI embora. Estou indo embora, todos os dias, enquanto seu modo previsível despedaça o que restou do que um dia chamaram de meu coração.

Ontem foi apenas um dia desses que se passou, mais sem você, menos um que sinto sua falta. Hoje, talvez eu sinta, talvez eu queira, mas não mais. E amanhã, quem sabe, isso vá sumindo.
Do mesmo modo que um trem parte. Em direção ao nada, pois é pra lá que esse amor que tão ingenua dei pra ti vai. Acabou, tem que ter acabado.

Quando você escorregar deste precipício, sentirá então que desta vez, quem estará desprotegido e sem mãos para agarrar, não sera mais eu. Nunca mais será.
Talvez se você crescesse, e escrevesse um novo conto nessa sua vida tediosa, algo que te fizesse acordar e perceber o grande bosta que você está tentando se tornar, nós possamos conversar.

Até lá, você fica. Eu vou embora.
Agora, a decisão é minha.
Levo embora esse meu coração que está tentando parar de sangrar todos os dias e que um dia vai se reconstruir, porque esse amor que nutri por ti não é tudo que tenho, não é, e hoje, eu fico com o que restou disso.
E vou juntar cada pedaçinho, não importa o tempo que demore, não importa, desde que me livre dessa dor incessante que você sem perceber me fez sentir.

Obrigado por não mudar. Obrigado por não estar aqui.
Mas acima de tudo, obrigado por me fazer crescer. :)

domingo, 12 de setembro de 2010

A carta

Ei, ontem consegui escrever pra você tudo -ou quase- que sempre quis te dizer. Hoje, esperei que alguma mudança ocorresse e você viesse e me perguntasse algo. Não veio. E a carta está aqui, em minhas mãos, como um tesouro, ou uma bomba. É, definitivamente, uma bomba. Ela marca as horas do tempo que tenho perdido te esperando, e eu sinceramente estou saturada. Não dá mais. Mas o pior, é ter que me reconstruir, é ter que tentar sorrir verdadeiramente, de novo. É pensar que eu vou superar, que eu vou esquecer, e o que vai restar vai ser um vazio, maior do que este que já está aqui hoje. Tic tac. E eu preciso te entregar. Preciso acabar com as esperas, com o sorriso sinico sempre que olho algum casalzinho feliz e imagino que daqui a algum tempo, algum deles se encontrará na mesma posição que eu.
Onde todos esstão se metendo? Não ouviu falar que no século 21 a gente não ama mais? E quem ainda sente? Para com isso, toolo. Quem ainda sente termina desse jeito, amigo. Mas a pior parte, é que não termina. A gente continua. A gente acorda todos os dias com novas mentiras pra contar, fingindo que superou e que aquela pessoa não é mais ninguém. Porque ela, ah, ela continua. Talvez lembre de você entre uma boca ou outra que ela beija.. Ao contrário de você, que só consegue jogar solidão por aí, e machucar outros corações que ainda, e eu repito, ainda, não sentiram a dor que hoje você sente. E só você sente, seus amigos já cansaram de tentar ajudar, de te resgatar, de fazer com que você supere (afinal, era só uma paixãozinha adolescente) e você já não tem forças pra lutar e gritar, gritar, gritar. Olha só, talvez não fosse só isso, okk? Talvez, só eu e ele soubessemos o sentimento que nutriamos um pelo outro. E hoje, talvez só eu continue me lembrando disso. Quase 6 da manhã, e eu continuo acordada pensando em como tirar seu nome, seu rosto, do meu pensamento. Pensando em como poderei um dia sentir tudo isso de novo, como QUERER sentir isso, pra acabar sozinha? Só to cansada demais de construir e destruir sonhos e fantasias.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

breaking dreams.

você não vê?

Preciso desesperadamente de você.

Podemos ser só amigos, posso ter teu ombro encostado no meu e isso já me bastaria, desde que eu tenha seu melhor sorriso, desde que eu saiba que meu amor é seu. Não aguento mais mentir, não posso mais fingir que estou bem, não consigo. Preciso de você. Deus, como pude gostar tanto de alguém a esse ponto? Não sei.
Sei que sinto. Sinto muito.

Preciso da sua ajuda, preciso da sua mão.

Tentei em vão te escrever várias vezes, pra te mostrar e te fazer sentir o que hoje eu sinto, mas não mais. Joguei as cartas fora, fechei a porta de casa e ignorei todos os meus sentimentos. Sinto você tão longe e tão perto. Não consigo mais esquecer, ignorar, não consigo passar por cima desse pesadelo.

Se ao menos fosse tudo sobre você. Se ao menos eu fosse tudo para você.

O amor espera? Espera? Me diz que minha hora de esperar acabou, por favor.
Ninguém mais serve, exceto você.

Você disse um certo dia que não me fazia bem, realmente, essa sua distância só me faz mal. Por que não chega mais perto?

to cansada de construir sonhos e destrui-los sozinha todos os dias e noites.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Fragmentos de um .sorriso.

Quando nós somos crianças nós não conseguimos notar bem o que é esse tal do "sorriso". Ele costuma surgir bastante em nossos rostos, pode durar segundos ou horas, mas ele sempre volta. Tão fácil, com qualquer coisa que possa ser impressionante ou não significar nada.
Ao passo que vamos crescendo, isso também vai mudando, essa palavra não faz parte do tal dicionário de coisas que todo o ser humano busca.
Todos querem ser felizes, claro. Todos buscam amor, algum tipo de consolo que na maioria das vezes não encontram na sua casa, ou em si mesmos.
E nós vamos nos esquecendo do quanto o tal sorriso fazia parte do nosso dia, e raramente alguém pede por ele, o anseia.
Hoje eu o perdi. Perdi meu sorriso, e mais do que tudo, mais do que todo o amor que um dia eu quis, hoje eu quero sorrir. Não precisa ser por muito tempo, e esse sorriso pode me fazer sofrer e chorar muito mais depois, não importa, desde que ele exista.
Nunca fui muito de sorrir, de demonstrar tal emoção, por mais feliz que estivesse, mas isso havia se modificado.
Quando eu te olhava, o sorriso surgia em meu rosto e tal exposição do meu sentimento causava um medo tremendo, mas ele simplesmente era mais forte do que tudo. Talvez, essa fosse a única forma real de mostrar que eu te amava, porque você sabe, hoje em dia, as palavras não dizem nada, mas aquele sorriso, ah, ele dizia tudo. Quem sabe, você não conseguiu me decifrar naquele sorriso, mais do que em qualquer outro beijo, ou qualquer frase feita que falei pra ti.
Cheguei a sentir que nunca mais iria sorrir desse jeito, até que te vi, até que te toquei, até que ouvi você dizer tudo que achei que fosse ouvir apenas em sonhos. Era real. Por um segundo, minutos, horas, um dia que ficou pra trás. Foi real, está sendo real. Você não vê? Você não vê meu sorriso pra você? Cada dia em que você novamente aparece e meu sorriso vem. Senti tanta falta desse sorriso, esse que é só seu, seu e de mais ninguém.
Devo admitir, hoje, quando você se vai, as despedidas são quase eternizadas por mim, por medo de que todos os meus novos sorrisos nunca mais voltem. Eles tem voltado. Ser sensata? Não sei bem o que dizer a respeito. É isso que eu quero. Eu quero meus sorriso do teu lado, não importa a hora, o lugar, o seu motivo. Importa o meu, o meu amor, minha saudade, aquela sensação de explosão só de ouvir uma frase, só de sentir você em mim. A sensação de saber que ainda tem efeito. Em mim, e em você. E se amanhã tudo acabar, e eu sofrer, e eu chorar, e esse sorriso sumir de vez, não importa. Realmente, não importa. O que importa é que ele existiu, eu amei, amei meu sorriso ao teu lado, e tinha sentido falta dele, assim como você também sentiu. Espero não voltar a sentir por muito tempo. Volta, por favor.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

tanto faz

Gosto da folha em branco, gosto da falta de expectativas.

Já faz algum tempo que venho tentando escrever pra você, amiga. Mas é difícil demais quando não se tem as respostas. Me perdoe por todas essas mentiras, por tentar enganar o mundo a todo tempo - e por acaso conseguir enganar somente a mim mesma.
A verdade é que minha vida tem sido um ontem não resolvido, e não sei se tentar resolve-lo fará com que minha vida ande para frente, ou continue para trás. Talvez, você me diga - e com razão - que enquanto eu não viver do novo, criar novos laços, deixar os outros entrarem, nada irá melhorar. E é aí que eu te digo. Se eu pudesse arrancar, arrancar isso, jogar tudo fora, hoje eu não o faria. E não por falta de vontade, ou por medo de não sentir mais nada, porque eu não sei sequer se estou sentindo. Minto, sinto, sinto mais do que posso afirmar, sinto que amo, sinto tanto. Eu sei que não é isso que você gostaria que eu dissesse, mas indo ainda mais longe, que eu sentisse. Você quer meu bem, eu posso ver. E você sabe que isso tudo não é o certo pra mim, que uma hora ou outra, jogar cansa. Mas parece que minhas barrinhas de vida sempre aumentam, pois eu insisto nesse jogo, cujo o fim é sempre o GAME OVER.

Agora é sua vez de dizer "eu te avisei" mas por favor não diga, por favor, hoje não.
Alguns diriam que essa carta contém muitos pedidos, e eu diria que quando não se tem nada, qualquer migalha já é o suficiente.
E você me diz que não é assim que deve ser, porque você acredita em mim. Acredita?
Ainda acredita? Tenho tentado a todo custo te dizer que cansei de ser mais uma mobília velha da sala de estar, que cansei de não ser mais notada, apesar de você dizer que eu tenho aquele tal do brilho. Esse brilho. Mas o que é isso?
Talvez eu chegue a ter, talvez, quem sabe. Mas hoje?
Sinto te dizer, mas parece que ninguém além de você parece notar a existência dele.
Assim como a minha, ponto

domingo, 15 de agosto de 2010

A: o que houve com você?
B: como assim, o que houve?
A: você anda diferente. não sei mais se a conheço. não imagino que essa pessoa que não diz mais nada além de que vai se divertir sexta feira a noite é a mesma garota que um dia chorou para mim por um antigo sentimento.
B: não sou a mesma. Antes, eu chorava e ficava sozinha, hoje eu tento sair e parar de chorar, conhecer o mundo, você só errou em uma coisa. O sentimento. Ele não é antigo, aliás, é por ele que eu fico assim. E falo mais, eu concordo, você não me conhece, pois se conhecesse, saberia o quanto imploro pra que fique. Pra que mude o que venho tentando me tornar a todo custo: alguém sem sentimentos. Não mais chorarei, e hoje, você verá a nova versão de mim, a versão que não mais vai insistir pra que você, e nenhum outro fique, adeus.
A: ....
B: viu, e eu quem mudei. Foi, realmente, eu mudei. parei de crer. fechei meus olhos para você.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Oi.

Se hoje eu pudesse te ver, se hoje você pudesse me ouvir talvez eu te dissesse tudo o que sempre senti mas nunca tive coragem de falar, nunca ouvi falar.

Talvez, hoje, se pudesse voltar naquele dia, em que você usava aquela camiseta branca e jogava aquele jogo, eu tivesse fugido daqueles seus olhos, aqueles olhos que desde o princípio me convidaram para tentar descobrir o que havia dentro. Nunca descobri.

Se hoje fosse aquele dia, eu teria corrido e não teria nunca dito Sim. Eu não te daria todos os meus Sins, eu não te mostraria todas as canções, eu não escrevia tudo que escrevi, talvez, eu não me apaixonaria por você.

Se hoje eu pudesse voltar a ser quem eu era naquela noite em que fugi, talvez eu fizesse coisas que no dia me pareceram tão erradas e hoje talvez de tão erradas fossem certas, porque me impediriam de me aproximar.

Se em todos esses meses eu pudesse mudar tudo, eu me mudaria, porque quem sabe se me mudasse, nós teriamos mudado, e talvez eu tivesse conseguido consertar algo. Hoje vejo, não consigo consertar algo quebrado, se não me derem as peças do quebra-cabeça para encaixa-las.

Hoje, eu infelizmente, conheci novos lugares, novas pessoas, novos conceitos. Tudo muito divertido, tudo muito VAZIO. Tudo que me leva pra longe de ti, sem caminho de volta. Essa estrada tem uma direção só.

E no fim dela, você não vai estar. Seja feliz, meu amor. Só te peço isso. Seja feliz, se encontre, seja feliz. Seja tudo que nunca foi do meu lado. Encontre alguém. Fique só. Se encontre. Seja feliz. Mas por favor, não me esquece, não joga fora nossas coisas, nossa foto, por favor, lembra da nossa casa, não esquece? Não esquece as promessas, os sonhos. Eles ainda estão aqui. Eu ainda cuido de você. Cuida de mim? Por favor, não me peça pra esquecer tudo isso, não quero esquecer como é ser acordada de madrugada porque alguém me sentia. Por favor, me escuta hoje, não brigue, para de bancar o covarde, tenta enxergar acima de você mesmo, vê alguém mais certo? Eu não vejo. Eu ainda amo você pra #caralho.

E mesmo assim ela tenta de todas as formas sentir raiva dele, e nada, nada, adianta. Talvez seja tudo falta.

Hoje em dia, as faltas são tantas, que ela esqueceu-se o que é ser completo.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Sabe, eu achei que o que eu sinto talvez tivesse diminuído, que talvez, eu estivesse sendo mais feliz agora. Cheguei a pensar que os dias realmente estavam levando tudo embora, e você, apesar de estar em meus pensamentos sempre.
E fomos surpreendidos novamente.

Ela para e olha pro céu enfim tentando procurar uma resposta pra isso que estava acontecendo. Não via nada. Nada. Nem o azul ofuscante da madrugada parecia tomar lugar na mente vazia - ou quem sabe cheia demais - E então. Pf. Ela simplesmente olhou demais pra um ponto em questão que não deveria ter olhado, aliás, sequer sentido sua presença - por menor que tenha sido esse "sentir".

Aquele sorriso. Aquele olhar.
Não mais meus. Nunca mais meus. Talvez, nunca nem tenham sido meus.
Porém, um dia, num tempo distante, eles sorriram por mim.
Hoje, eles já não fazem nada. Eu não sorrio mais por você.

Talvez as memórias tivessem me enlouquecendo, mas eram antigas. Essa é atual, e eu não quero mais.

Me diz, como tirar o pensamento, as lembranças, colocar em um potinho e jogar no mar? Quem sabe você não as encontre e se lembre o que parece não fazer sentido mais.

Eu to cansada. O que acontece agora?
E os abraços, os carinhos, todos perdidos?
E você?

e v o c ê, PORRA? _|_

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Runaway

Seria isso o que alguns gostam de chamar de fuga?
Sinceramente, não sei.
Não tenho pensado a respeito.

Entre uma coisa e outra, entre uma porta se abrindo e outra se fechando,
você aparece. Aparece e quase fala comigo. É quase como se você estivesse aqui.
Ah, que mentira. Sua ausência é tão grande que posso senti-la mais fundo do que qualquer corte que por ventura obtive.

Os detalhes são essenciais ultimamente, cada qual tem sua história, a história ligada a você.
E eu fujo.

É quase como se você me perseguisse, e eu tento correr de você a todo custo, e ao mesmo tempo, rezo pra que você me alcance, para que você diga, que as coisas vão ser felizes, no final.

E eu vou andar na ponte com os olhos vendados, e com a mão segura.
É quase como se eu tivesse um porto seguro na perdição que é isso que estou vivendo.
É, talvez eu seja a garota mais estúpida do mundo.

Talvez eu queira que você olhe.
Talvez, mas só talvez, eu queira que ninguém mais note as futilidades.
Olhe para dentro do meu coração e tente enxergar.

Olhe para fora. olhar para dentro já está ficando fora de moda, não acha?
egoísta.

domingo, 20 de junho de 2010

whatever __

Nesses dias, nesses tempos, a pior coisa que existe é pensar. Então você se agarra a milhares de tarefas, e as faz com muito capricho - ou pensa que faz. Você cozinha, você tricota, whatever, mas algo você faz. Eu cuido de crianças. É única coisa que tem funcionado pra me trazer um pedaço de paz. As crianças tem aquela magia que todo mundo está perdendo, elas dizem a verdade, elas te dão sem precisar de nada em volta, elas fazem o seu dia único, mesmo que tenham acabado de te conhecer.
Hoje eu cuidei de duas crianças, e elas são mágicas. Fico imaginando que se um dia tiver filhos, poderiam ser como eles. Se um dia eu chegar a ter uma família, que seja como ela, daquela festa. E mesmo assim, enquanto todos eles se divertiam, entre um puxão e outro, uma bolinha e outra, meu pensamento conseguia sumir de tudo e se focar em você. Eu mudava o rumo, e quando não conseguia, alguma delas vinha me acordar. Me dizer que eu sou linda, e que me amavam. E disso, eu nunca vou duvidar. É uma das únicas coisas que tenho certeza.

Claro, toda família tem suas falhas. Presenciei uma. E observei o carinho e o cuidado que tive pra que apenas eu presenciasse.. talvez, isso seja algo como amor.

Eu não sei mesmo o que é o amor, eu não sei o que é a paixão, não sei mesmo o que é estar apaixonado. Passo meus dias tentando esquecer, e as noites tentando olhar pro lado e fingir que eu não espero, que não falta nada, que eu estou simplesmente completa. Mudo de assunto, fujo dos pensamentos. Nada funciona. No fim, o que eu tiver fazendo, volta à você. Se você some dos meus pensamentos, aparece nos sonhos.. Eu já não sei o que fazer, o que pensar. Disse pra mim mesma e pra todos que eu decidi esquecer. Esquecer o que, merda? Se tudo que eu lembro é você, e dos momentos em que eu tive certeza de que você era autêntico, de que você era a pessoa que eu procurei. E eu ainda tenho. Tenho?! Merda, por que? Porque passar por tudo isso, porque você não volta? Eu quero que você volte. Eu quero que você lute. Mas pelo jeito você já desistiu. Você já está em outra(s), e nem um oi eu ganho mais...

E um simples "você quer que eu te deixe onde hoje?" é capaz de acarretar tudo isso. Porra, uma saudade, uma vontade de voltar em um dia. Um dia que eu estava tão feliz.

Que fraca, estúpida.. Não coloque sua felicidade em alguém, faça dessa pessoa um motivo. Meu motivo se foi, e agora? Os outros motivos não estão conseguindo tirar você de mim. Não ainda.

Mas um dia, um dia eles irão conseguir,
um dia, você não será mais nada pra mim. E isso dói.
Eu não quero. Eu preciso querer.
Como eu faço pra esquecer?
Como eu faço pra querer esquecer?

Porra, é dificil falar, eu sinto a merda da sua falta?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Velhas novidades.

Ontem, enquanto andava na rua, ela pensava sobre tudo o que havia acontecido, e como em um sopro.. algo veio a sua mente.
Na verdade, apesar de todos dizerem a ela o quanto ela estava errada sobre certas coisas, o quanto era errado que ela insistisse, ela nunca havia pensado nisso, afinal, ela não imaginava que fosse realmente verdade.
Porém, entre uma rua e outra, uma esquina vazia e pessoas sem expressão alguma passando, ela teve esse sopro, essa luz.

Deus, o que estou fazendo? Quem estou enganando, além de mim mesma? Eu estou insistindo, eu estou esperando, eu não te odeio, embora talvez, devesse. Passei tanto tempo pensando em nós dois, e em como eu não queria que isso acabasse, como eu não queria superar, como eu simplesmente não podia conviver com o fato de que eu teria outros e você outras.
Porém, o fato era este: Isto já havia acontecido.
Unicamente e somente porque você quis, e, por mais que eu congele meu coração pra que isso não passe, já se modificou, você já não sente o mesmo, eu estou lutando por uma guerra que já foi perdida.

Neste instante, sentiu seus olhos encherem de lágrimas, e pensou que dessa vez seria mais forte, aguentaria firme. Tentou seguir o mundo. Continuar andando.

Farol vermelho, amarelo, verde. E todos passavam como se a vida fosse algo de graça, algo feliz.

E ela parava.

E dizia: eu andei no sinal vermelho, fui na contra-mão, lutei por um possivel recomeço quando não entendi nem que o fim já havia chegado. E você já estava distante. Talvez, você não se importasse.

Pensou em continuar andando, andar a noite inteira, a madrugada inteira, até entender, até encontrar um novo caminho a seguir, como proceder, como agir. Mas a verdade é que ela não sabia. E naquela hora, naquele minuto, ela entendeu que na verdade, não estava fazendo absolutamente nada para sair daquela situação, porque sair, seria superar, e superar, seria não ter vestígios de você. E percebendo isso, ela enlouquecia, porque por mais uma vez, mais um dia, ela passava sofrendo, pensando, chorando, por alguém que não pensava absolutamente nada, exceto nele mesmo.

Isto está ficando ridiculo, pensou. Preciso esquecer.
Mas pensar em esquecer, doia mais do que pensar em insistir.
De qualquer jeito, ela sofria no final.

Ela estava parada. E nada havia a sua frente além de neblina, e mãos amigas tentando guia-la para um lugar pra onde ela decididamente não queria, ou não estava pronta, pra ir.

domingo, 13 de junho de 2010

wake up

E então, ela acordou.

Fazia tempo que não tinha um sonho desses, ou um sentimento parecido. Ela fechou os olhos novamente, tentando traze-lo de volta, mas agora já era tarde. Ela acordara.
No sonho, as coisas saiam exatamente como ela queria, e ninguém era magoado, além dela mesma, por sentir que era um tipo de felicidade clandestina, algo que não aconteceria de verdade, não nessa vida.

A visão dela está cada vez mais estranha. E seus olhos insistem em querer fechar, ou procurar um sentido nisso que chamamos de vida.

Olha pra dentro. É lá que você encontra as respostas.

É só cansaço. De se machucar, de observar as pessoas fazerem tudo errado, e isso causar danos a ela, e só ela.

A melhor parte de estar do jeito que ela está, é que agora, ela não espera mais - em vão - que o telefone toque. Afinal, ele nunca tocou.

tnxtoyou

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Quando você acha que não dá pra ficar pior, você se engana, novamente.
Decepção. Just it.

Nunca mais

a falta de.

As pessoas dizem a todo instante que todo fim é um novo recomeço. Desculpe. Pra mim, um fim sempre será Um Fim. Uma pessoa indo embora, abraços apertados de quem não vai mais se ver, um adeus distante, ou um afastamento que ocorre sem que ninguém perceba, ou ninguém faça questão de observar. Lágrimas, a loot of tears. E se alguém ousar dizer que isso é um recomeço, alguém me acorde, porque isso é apenas o chamado Fim. três letras. Letras que machucam mais do que qualquer outra, letras que produzem drásticas mudanças.

Mentira, mentira.
E você diz que fica feliz com finais.
Finais são sinonimo de tristeza, mesmo que - para os crédulos - traga um dia, a tal felicidade.

Começos? Começos deveriam ser felizes. E começar ocorre quando você já se reconstruiu, ou quando te obrigam a fingir isso. Não venha com lição de moral, eu não vou mais mentir, me enganar, dizer que vai ficar tudo bem.

A história não recomeça. O que nós gostariamos não acontece. O fim não é um recomeço.
Um recomeço é algo que eu, sinceramente, não quero.

Exige demais. Mais força, mais coragem, e, um dia, um novo fim.
Desculpe-me, eu sou sim covarde o suficiente pra assumir.
Não quero tudo isso de novo, obrigada.

Quero uma formula pra acabar com esse fim, e não para um chamado novo recomeço.
Esse, pode ficar longe. Leve você com ele.

o que há com o mundo, nesses dias, onde tudo parece acabar, se perder?

tchau.

E mais um fim chegou

terça-feira, 8 de junho de 2010

Tempo demais.

Só tempo demais.

Haha. Sim, é tempo demais.
Meu Deus. Que saudade é essa?
Que sufoco no peito, que voz.
Sua voz.
Minha mente.

Os momentos passam como se fossem um filme,
e já não há como apertar stop, ou pause.
Você está me enlouquecendo, sem ao menos saber.
Sem saber se meu dia foi bom, sem saber se um dia, eu ousaria voltar.
Não. Eu não vou voltar.

Eu não vou.
eu não vou.
E vou repetir isso quantas vezes for preciso, até que faça algum sentido.

Mas por que, hein?

Olhei as estrelas e procurei nessa imensidão algo que me desse qualquer tipo de sentido.
Não encontrei. Voltei pra cama, olhei pro lado, você também não estava lá.
Não era o dia. não era a epoca. Não! Não!

Eu não posso mais ser assim, eu preciso mudar, preciso fugir, preciso ser alguém melhor - alguém que eu não sou.

Observe minha mudança. Observe o que vocês têm feito com o que sobrou de mim.
Não..

Não se aproxime, não venha mais, não me ligue. Não..
Por favor.. não me deixa sozinha.. Lute.
Não... tudo mentira.

Eu me afasto.. adeus.

procurando um olhar, um olhar que eu nunca mais vou encontrar.
Ter memória é não ter paz.

I hate it.

Pedaços de papel rasgado
Em cima da mesa de um bar
Não fume, não beba, não viva,
Não pense em sonhar

Pedaços de um coração partido
Em frente a uma carta de amor
Não chore, não ligue, não volte,
Não ouse me amar

Milhas e milhas eu fui percorrer
Por milhas eu não soube aonde ir
Às vezes não espero me encontrar
Talvez um dia eu te encontre por aí


toosad

segunda-feira, 7 de junho de 2010

just one day.

Um dia.

como as coisas mudam em um dia..
como alguém pode mudar tanto em um dia?
eu não sei.
Eu mudei. sem exclamações, sem parabéns, sem nada.
Mudança. Simples mudança.
O chamado FIM chegou. E eu nem ouso protestar.
É assim que as coisas são.
É assim que as coisas tem que ser.

Me dá uma dose extra.

nada. um absoluto nada se instala em mim e cresce
nem ouso reclamar;

Não chegue perto. Vai embora.
A hora é agora. A hora é minha. Sai de perto da minha vida,
antes não tivesse conhecido e sentido o que hoje eu sinto.
Não se preocupe. não será por muito tempo.

Semana que vem, as coisas vão fluir e você não passará de um ontem mal resolvido.
de um quase. um quase. que não ocorreu porque você simplesmente não foi capaz.

Haha. e a ironia volta.
E agora, nada mais.
nada que supra merda nenhuma de necessidade.

Nada que faça esquecer.
e é só fechar os olhos, pra tudo voltar.

parabéns, voce fez de novo.

Só um dia.

um dia dos namorados sendo babá. husahusau :)
ninguém disse que algum dia a paz se alcançaria.
ninguém nem ousou dizer que eu desisti.

-

Eu bebi saudade a semana inteira
pra domingo você me dizer
Que não sabe o que quer
E não quer mais saber

Ah, quando eu te peço pouco
É porque eu quero tudo que pode me dar
Quando eu te peço pra esquecer
É porque quero te fazer lembrar
De tudo que
passou

Ah quando eu te digo o que eu não penso
É porque eu não paro de pensar
Quando eu tento me esconder
É porque eu só quero te mostrar
O que eu ainda sou

Deixei um monte de bilhetes na tua casa
O acaso me deixou tão só
Talvez eu ache algo mais forte
Que faça eu me sentir melhor

Depois do que eu já andei
Depois do que eu tenho que andar
Quem sabe outro dia
Eu te encontre em outro lugar...

terça-feira, 1 de junho de 2010

A vida ri de mim então.


Ela então me empurrava pro poço. Dizia pra que eu continuasse, aguentasse firme. E eu aguentei. Entretanto, talvez eu devesse não mais aguentar, sair desse poço que pensa em tirar minha respiração.

Eu a segui.

Fui até o fundo. Até que a única coisa que ficou em minha mente não foi você, ou qualquer outra pessoa. Foi um escuro. Um momento de pausa.

Tentei contar os segundos mas no 10º segundo tudo dissipou-se.

Tudo que eu pensei era no ar. Preciso do ar. Preciso dele com todas as minhas forças.
Preciso respirar. Preciso sair daqui. Preciso, e a única pessoa que vai te tirar disso tudo, desse poço, é você mesma. Respirar é tudo o que você necessita. É tudo que você anseia.

E ao fechar os olhos ela sentia a àgua invadindo sua face, molhando seus cabelos, mas sem levar nada embora, jamais, levar algo embora. essa àgua não modificava-se. Ela continuava a mesma, ela sempre fora a mesma. Imodificável.

E eu só conseguia ver a ausência de cor. E se mais alguns segundos se passassem, de vida também, da minha vida.
Tentei continuar lá. Mas o impulso queria levar-me para cima.

Não. Não me leve para cima. Não me leve para lá onde as necessidades aumentam, onde os desejos são indecifráveis, onde o mundo corre.
Não é esse o dia, não é essa a hora, esse não é o momento.

E tudo era isso. A vontade imensa de poder respirar, a vontade de por um segundo sequer sentir a brisa do vento, sentir algo que pudesse me levar embora.

Levar embora? Levar embora pra onde?
Pra longe dessa vida, pra longe desse poço.

Não se engane. Eu não quis sair do poço quando pude, tive opção. Lá, eu consigo ver apenas as cores importantes. Apenas os dias marcantes. Será essa coisa que chamam de vida? Como encontrar vida, na quase-morte? Ou devo chamar isso de quase-libertação? Não achem que eu quero dizer quase libertação com a morte. Não, a quase morte é um sopro de vida.

O que viria agora?

wait.

que amanhã, quando eu acordar, o dia não amanheça tão dublado.
que amanhã, ao abrir os olhos, eu consiga olhar no espelho e refletir alguém melhor.
que quando eu estiver andando na rua, meu olho cruze o olho dele, e eu consiga um abraço maior e apertado, daqueles que valem mais do que mil palavras, mil desculpas.
que durante o dia, eu consiga andar, com meus proprios passos, sem exitar, sem temer, sem voltar.
que eu consiga, enfim, voar.
que eu peça e mostre a todos o que eu não pude dar e mostrar durante toda essa existencia banal.
mas principalmente, que amanhã, eu tenha êxito, eu consiga ir além.


o que resta? se não a esperança no amanhã.
E eu espero. o amor espera.

terça-feira, 18 de maio de 2010

liive.

To cansada dessas coisas. Eu quero viveer, eu quero gritar, eu quero sair andando sem rumo. Quero andar pelas ruas, quero subir morros, quero olhar o sol nascer, quero ver a lua mudando, quero prestar atenção. Quero saber o nome das estrelas, quero saber o que aconteceu com a gente! Quero saber porque eu existo, mas, acima de tudo, quero existir de fato. Não quero ser mais um número aceito numa faculdade porque é o sonho que o país tem pra mim, não quero amar o brasil porque é copa apenas. Não quero jogar com ninguém, quero ser eu mesma, quero sorrir, sem medo! Quero aproveitar, até o orvalho.. quero reparar as cores, até do asfalto, quero ver tudo com olhos de quem acabou de nascer, quero conseguir sorrir, quero conseguir sofrer sem medo!.. e pra isso eu preciso VIVER. eu preciso! Eu perco quantas horas por dia trancafiada em um lugar que não me tras as coisas que eu quero, eu não quero aprender coisas só porque a porra do enem quer que eu aprenda. Quero saber porque o hitler fez tudo o que ele fez, quero saber porque antigamente as pessoas só escreviam sobre o seu interior, quero saber se ainda existem filosofos.. quero sentar na praça. Um dia, eu queria conversar com alguém que eu nunca mais vou ver, queria andar de trem, sem ter onde chegar. *cara eu queria conseguir abraçar com tanto amor!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

eu decididamente não sei o que fazer.

a roda continua girando, meu amigo.

era uma vez uma garotinha que tinha uma balinha. a balinha era mágica.
conforme ela comia a bala, ela crescia, crescia, crescia.
até o dia em que ela só conseguia pedir mais balinhas.
ela precisava crescer mais. precisava passar por cima de todos.
afinal, é a ordem natural das coisas? crescer, morrer
mas e ficar instável? que ordem é essa que não entra nem na vida ou na morte?

mas talvez, talvez ela não precise mais da balinha, talvez, quem sabe,
ela não possa dar outro sentido pra qualquer palavra.
talvez, mas só talvez, ela invente uma palavra só dela,
algo que ninguém vai ouvir, argumentar, algo que ela vai saber que estará ali sempre.
porque é isso que ela quer.

ela nunca quis uma balinha, ela sempre quis algo que permanecesse. taí a tristeza quando a bala acabava. e se nada tivesse haver com o tamanho? e se tudo fosse em razão da balinha??

por que raios, eu tenho que explicar tudo?
comece a ver em meus oolhos.
é tudo que você precisa saber.

que seja doce.

Estou cansada de lutar contra mim mesma.

Cansada de ter que enfrentar todos como se fosse a última pessoa do mundo.
Cansada de não mudar.
Cansada de esperar.

o que aconteceu com aqueles planos?
demorou mais tempo pra cria-los do que pra ver eles indo embora..

a cada dia que passa eu entendo menos. nem reclamo mais.


"Acho que sou bastante forte para sair de todas as situações em que entrei, embora tenha sido suficientemente fraco para entrar."

terça-feira, 20 de abril de 2010

the sides of me.

Não é culpa sua. É culpa dele que está comigo o tempo inteiro.

Ele sim está presente em todas as horas do meu dia, me atormentando durante meus sonhos. Ele está sempre ao meu lado, sussurrando tudo o que eu não quero ouvir.

Ele não é capaz de te levar embora, e na exata hora que eu propago essa frase, ele já está me dizendo o contrário, ele quer criar confusões, ele quer me fazer desistir.
Um tempo atrás ele era apenas um fantasma. Hoje, eu quase posso senti-lo.

É, ironico. Eu que critiquei tanto os que o tinham ao seu lado, agora ele chega tão perto, que alguns diriam que é parte de mim. Não, não é. Presta bem atenção, a única parte minha que eu preciso é a que ele tenta levar embora. Cria confusões, coloca em negrito qualquer assunto que possa ser resolvido rapidamente. E eu caiu;

A luta contra si mesmo.

Saber exatamente onde se quer chegar e ouvi-lo dizer que talvez não seja o certo. Saber onde se quer estar e não poder estar sempre. Mais um drama adolescente?

Não mais.

Hoje eu acordei de um novo pesadelo.
Ele dizia pra que eu continuasse observando as neblinas daquele sonho.
Ela dizia pra que eu insistisse e voltasse ao estado inicial.
Voltei a dormir.

A falta de vontade se tornando parceira [y]

segunda-feira, 12 de abril de 2010

ESCURO.

O que é isso, o que é isso? Houve um tempo que eu não sabia que isso era a ausência de tudo, hoje eu sei. Ah, como dói saber, saber leva a procuras, e a maioria das perguntas ainda não tem respostas reais.

Ele realmente era algo. “por que será que eu não sou como todos os outros?” nessa imensidão, e ele realmente gostaria de ser mais um, mas ele (in)felizmente não era.
Ele voava, ele se encontrava no meio do nada e não podia ver nem a si mesmo, ele via pontos brilhantes. Ele queria ser como eles, mas ele apenas não era. Ele via todos de muito longe, e não entendia porque todos os dias se encontrava sozinho. E então a luz. Uma luz forte, que era quase parecida com a escuridão.

Que grandioso ser alguém assim, e não poder tocar ninguém. Como seria não aproveitar. Como seria nem mesmo saber o que se é. Como seria não respirar e continuar existindo. E o planeta continuava girando.

_ não tente entender

domingo, 14 de março de 2010

whatever

Ela passou dias e dias procurando. Procurando esperança, procurando amor, procurando qualquer vestígio que fosse de que sua vida realmente servia pra alguma coisa. Nada. Não encontrou esperança, o amor já não parecia fazer sentido, e não havia um rastro sequer de vida (não estamos falando apenas da vida dela, mas a vida ao redor). É nisso que dá se entregar, meus amigos. Me diga algum tipo de entrega que já lhe trouxe felicidade intensa. Veja bem, eu tive e seria mentira dizer que talvez possa ainda ter essa felicidade, esse amor. Mas chega uma hora que você sente. Eu me entrego e já. de repente não é o suficiente. Não é o suficiente pra mim. Me dói tanto pensar que talvez seja unilateral, e tenho dito. A besteira é pensar que o que Eu penso possa realmente fazer diferença ou modificar destinos. Eu não costumo modificar destinos. Sempre sou modificada e a cada dia que passa sinto que uma parte de mim se esvai sem que ninguém perceba, como se alguém pudesse sentir se isso é ou não o suficiente. Talvez realmente não seja, quem disse que eu sei ver o que é ou deixa de ser suficiente? Eu raramente vejo algo. Esperança tem sido alimento indispensável em todos os dias que passam, mas ela provavelmente é jogada fora todos os dias também. Olha se você pudesse um dia fazer algo por mim, só por mim, se você pudesse pensar em como eu me sinto e fazer com que eu me sentisse a princesinha do teu castelo, como nos contos de fada, talvez eu acreditasse;
E todas as vezes que eu disse entender? Era só espera, porque todos dizem que a espera pode trazer o objeto desejado.
Tá legal, cansei de esperar. O que se faz com isso em mãos? Eu não sei nem desistir. Imaginar outras coisas, nossa, fere mais do que qualquer tipo de ferida que eu possa sofrer externamente.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Hold on, don't be scared :*

E o quarto é tão branco que quase posso sentir todas as películas que o fizeram ser dessa cor.
Cor? Que cor? Por Deus, isso é uma ausência tão grande que quase posso toca-la.
A cada dia que passa, ele se torna menor, e não há escapatória, não existem pontas, não existem janelas, não existe saída de emergência.
Ele está se movendo, se fechando, se acabando, e a cada dia que passa o branco se torna mais pálido, e eu já não me enxergo mais como um ser único, uma pessoa, sou apenas um ponto preto no meio daquela imensidão branca, e nada faz com que ela vá embora, ao menos se eu pudesse usar algo para interferir, colorir, promover certas mudanças.. mas pra isso, necessitaria de muito esforço, coisa que eu não obtenho de modo algum agora.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

(nada mais)

E eu acreditei que toda essa vida era minha.

..que quando sentia sua mão na minha, era lá que ela realmente queria estar, e quando você deitava e me puxava pra mais perto, seu coração e o meu estavam batendo juntos. Eu, de fato, imaginei que chegasse uma hora em que duas pessoas entrassem em sintonia e se tornassem, quem sabe, um só? Eu acreditei.

Eu acreditei que todas as vezes que eu sentia medo e exitava você continuava caminhando, imaginei muitas, muitas coisas, e infelizmente, notei outras também. Notar tem sido difícil demais.

Nós pensavamos que estavamos no mesmo nível. Mas não, nós simplesmente não estavamos.

Sentir aquela vida toda, sentir aquele perfume, sentir aquela energia, sentir aquela preocupação, sentir aquele medo, sentir aquela vontade, sentir, sentir, sentir.

-oquemedóiépensarqueéunilateral.

Eu pensei.

Mas mesmo assim, aquele sopro de vida não era meu.

Era apenas mais um sonho.

Tirar férias de mim, da minha vida.
Correr sem olhar pra trás.
Me olhar no espelho e conseguir enxergar algo que valha a pena.
Sentir alguma diferença nesse mundo.

Na-da.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Everything's changing

Sua vida estava bastante escura, até que em mais uma noite sem razão ela o viu. No começo, devo dizer que ela não pôde perceber o que aquele encontro traria pra ela. Porém, ela notou o quanto aqueles olhos podiam observá-la - aliás, foi a única coisa que ela pôde ver. Conforme a noite foi passando, ela foi observando uma bondade estranha, que talvez ela nunca tivesse visto em alguém antes, e começou a se perguntar o que seria aquilo, o que seriam aqueles olhos, quem seria aquela pessoa.
Então, os dias foram passando, e eles começaram a conversar sempre, e a garotinha sentia mais uma vez uma luz levando aquela escuridão embora, mas quis evitar, afinal, o que seria aquilo? De fato, ela quis evitar. Mas como evitar o inevitável? Era visível. Ela estava apaixonada por ele.
E a cada dia que passava, mais uma vez, ela sentia que uma nova luz irradiava aquela sua escuridão normal e então fazia com que ela brilhasse cada vez mais.
Ela tinha medo, tinha inseguranças, mas cada sorriso, cada palavra, fazia com que tudo isso sumisse e então ficasse apenas aquela certeza estranha de que valia a pena. Ser ela, estar vivendo aquilo, ter passado por tudo o que ela já tinha passado. Afinal, se não fosse isso, jamais o teria encontrado... e ela se perguntava, “como ele pôde se esconder de mim por tanto tempo?” e com um sorriso no rosto tinha a certeza da presença dele, como jamais havia sentido, e daquele sentimento, que crescia a cada dia mais, mais, e mais.