eu decididamente não sei o que fazer.
a roda continua girando, meu amigo.
era uma vez uma garotinha que tinha uma balinha. a balinha era mágica.
conforme ela comia a bala, ela crescia, crescia, crescia.
até o dia em que ela só conseguia pedir mais balinhas.
ela precisava crescer mais. precisava passar por cima de todos.
afinal, é a ordem natural das coisas? crescer, morrer
mas e ficar instável? que ordem é essa que não entra nem na vida ou na morte?
mas talvez, talvez ela não precise mais da balinha, talvez, quem sabe,
ela não possa dar outro sentido pra qualquer palavra.
talvez, mas só talvez, ela invente uma palavra só dela,
algo que ninguém vai ouvir, argumentar, algo que ela vai saber que estará ali sempre.
porque é isso que ela quer.
ela nunca quis uma balinha, ela sempre quis algo que permanecesse. taí a tristeza quando a bala acabava. e se nada tivesse haver com o tamanho? e se tudo fosse em razão da balinha??
por que raios, eu tenho que explicar tudo?
comece a ver em meus oolhos.
é tudo que você precisa saber.
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