Por meses e meses eu guardei em mim e em muitas das minhas coisas você, e estava tudo bem. Porém, quando você se foi, tudo se transformou em uma bagunça. Eu não queria te tirar de todos os momentos da minha vida, mesmo que você não quisesse mais estar lá. Então eu conservei qualquer vestígio que lembrasse você, qualquer um. Uma blusa, uma carta, uma declaração e até mesmo um colégio - sim, não tenha dúvidas quando eu disse tudo.
E o tempo foi passando, o mundo foi girando, as pessoas se transformando e eu parada em relação a isso. O que é isso, eu não sei, pois definitivamente não é "nós" nem "você" e muito menos "eu".
Primeiro entenda uma coisa, eu nunca quis isso. Eu não quis te guardar em tudo, eu não quis pensar em você a cada segundo do meu dia e durante a noite ter você em meus sonhos, mas foi assim.
Até aquele dia. O dia em que tudo mudou.
Normalmente, as mudanças ocorrem aos poucos, e quando eu digo mudanças, me refiro a atitudes e não sentimentos IN-felizmente. Mas comigo não foi desse modo. Eu me recordo de cada instante do dia em que desisti. Me vesti de algo que eu não sou e provavelmente nunca serei, absorvi sua energia completamente e então fui embora. Te dei um adeus e uma carta. O que eu não sabia, é que eu deveria ter te dado outras coisas. Minha tristeza, minha solidão, minhas lágrimas - não importa mais, elas já foram embora durante as longas madrugadas em que te esperei. De qualquer jeito, depois disso, tudo foi uma questão de tempo, de doces e de amigos até que eu soubesse que teria que fazer mais do que apenas isso pra me livrar de ti.
Isso foi lento. Te disse adeus de tantas formas e você não notou nenhuma.
Tive tanto medo de apagar aquela tinta que escreveu. "Estive aqui".
Sabe, eu não queria realmente ter que esquecer que você esteve aqui. Antes. Hoje eu finalmente percebi que sua presença tem causado mais sofrimento do que qualquer outra coisa. Não, obrigado, eu passo.
Assim como você esqueceu várias conversas e vários sentimentos, hoje eu esqueço você. Os vestígios que tenho de ti estão indo. Eu joguei fora. Eu te joguei fora. Realmente o amor não é o suficiente. Porque eu ainda te amo, mas jamais aceitaria qualquer coisa que viesse da sua pessoa, não é você quem vai me fazer feliz, não é!
Adeus, estou indo recomeçar.
Estou indo ser feliz.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Have you forget?
Lembra quando você me disse que eu seria a sua única e que se eu não parasse com aquelas gracinhas, talvez nem pudesse mais se casar comigo? E eu ri porque imaginei que seria tudo uma brincadeira, dessas que nunca tem fim. Talvez, eu não tenha sido o suficiente pra você, e falar isso é estranho pra mim, eu que sempre tento fazer tudo tão certo; Mas com você sempre foi diferente.
Foi sem sombra de dúvida uma das melhores pessoas que eu conheci e talvez eu nunca tenha te agradecido por ter ficado aqui por tanto tempo, ou por ter digo que não ia desistir de mim. Mas veja só, você desistiu. Como todos os outros, e hoje eu escrevo sobre você, como escrevi sobre todos os outros que quebraram meu coração. Parabéns, hoje, você é só mais um, um que me fez chorar, um que não vai sentir minha falta, um que nunca mais vai ser o garoto em quem eu vou pensar, um que não vai voltar. Lembra quando eu te disse, "people always leave''? E quando eu te falei sobre as coisas que poderiam ter sido e nunca foram? e você, tão engraçadinho, foi lá e se prontificou a escrever 'sobre todas as coisas que AINDA podem ser. Hoje não mais, né? Hoje você vê como é fácil esquecer alguém que está longe quando aparece um sopro de paixão por perto, engraçado, não é?
E você acha tão lindo por um fim nisso tudo pra ficar algo de bom, alguma lembrança saudavel e feliz. Pra você. Porque pra mim, olha só, o que restou. Do que um dia fui eu.
Obrigado por ter feito parte de todos que tentaram me derrubar. Você conseguiu.
O que tanto quis, hoje te deixo ir embora. Adeus.
Disseram que eu só ando escrevendo sobre esse tipo de coisas, mas, sobre o que escrever, se na minha vida só restam partidas, sem fim? :*
Foi sem sombra de dúvida uma das melhores pessoas que eu conheci e talvez eu nunca tenha te agradecido por ter ficado aqui por tanto tempo, ou por ter digo que não ia desistir de mim. Mas veja só, você desistiu. Como todos os outros, e hoje eu escrevo sobre você, como escrevi sobre todos os outros que quebraram meu coração. Parabéns, hoje, você é só mais um, um que me fez chorar, um que não vai sentir minha falta, um que nunca mais vai ser o garoto em quem eu vou pensar, um que não vai voltar. Lembra quando eu te disse, "people always leave''? E quando eu te falei sobre as coisas que poderiam ter sido e nunca foram? e você, tão engraçadinho, foi lá e se prontificou a escrever 'sobre todas as coisas que AINDA podem ser. Hoje não mais, né? Hoje você vê como é fácil esquecer alguém que está longe quando aparece um sopro de paixão por perto, engraçado, não é?
E você acha tão lindo por um fim nisso tudo pra ficar algo de bom, alguma lembrança saudavel e feliz. Pra você. Porque pra mim, olha só, o que restou. Do que um dia fui eu.
Obrigado por ter feito parte de todos que tentaram me derrubar. Você conseguiu.
O que tanto quis, hoje te deixo ir embora. Adeus.
Disseram que eu só ando escrevendo sobre esse tipo de coisas, mas, sobre o que escrever, se na minha vida só restam partidas, sem fim? :*
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
er
É normal pra mim durante a madrugada começar a pensar em minha vida como uma coisa só. Adivinha a conclusão. Uma bagunça total.
Acontece que parece que faz tempo demais que as coisas não estão em seus lugares, vez ou outra, nem me recordo o que é ter essas 'tais coisas' encaixadas.
Semanas atrás encontrei um meio de levar essa dor embora e sentir apenas uma. Só que cicatrizou, enquanto as minhas, ' desempre' continuam abertas, sem pensar em começar a cicatrizar, encontrando a dor imensa cada vez que encontro a mim mesma.
Será que nós realmente nos acostumamos a ficar no escuro? Porque eu sinceramente não consigo enxergar a luz, seja ela o que for. Todos dizem coisas demais, são conselhos demais, mas nenhum me diz como sair desse túnel, desse poço. E sem saber se submergir seria uma boa coisa, eu continuo aqui. Dessa vez, é diferente. Dessa vez não adianta mais sair por aí tentando encarar a vida de outras formas. Beber não tem adiantado, sair também não. Dormir é quase uma fuga. Então, o que fazer? Se nem escrever parece ter o mesmo sentido, o que fazer?
Eu imploro, eu olho pra você, eu preciso.
Há um dia em sua vida que já não se sabe nem o motivo do desejo, esse dia chegou. Desejar, por que? Decepções já existem muitas. Ouvir você falar também já cansou, é coisa do verão passado.
No final de 2010 eu não sei mais quem eu sou. Com esses tal 18 anos, eu não sei quem sou, não sei como melhorar, não sei como parar de me machucar, não sei como não mais me apaixonar, não sei.
Cansei de cair, preciso levantar sozinha dessa vez. Mais uma vez, né? Quantas vezes mais?
Preciso respirar de verdade... como? procurar cansa demais. não encontrar o que se procura, então..
pf.
Acontece que parece que faz tempo demais que as coisas não estão em seus lugares, vez ou outra, nem me recordo o que é ter essas 'tais coisas' encaixadas.
Semanas atrás encontrei um meio de levar essa dor embora e sentir apenas uma. Só que cicatrizou, enquanto as minhas, ' desempre' continuam abertas, sem pensar em começar a cicatrizar, encontrando a dor imensa cada vez que encontro a mim mesma.
Será que nós realmente nos acostumamos a ficar no escuro? Porque eu sinceramente não consigo enxergar a luz, seja ela o que for. Todos dizem coisas demais, são conselhos demais, mas nenhum me diz como sair desse túnel, desse poço. E sem saber se submergir seria uma boa coisa, eu continuo aqui. Dessa vez, é diferente. Dessa vez não adianta mais sair por aí tentando encarar a vida de outras formas. Beber não tem adiantado, sair também não. Dormir é quase uma fuga. Então, o que fazer? Se nem escrever parece ter o mesmo sentido, o que fazer?
Eu imploro, eu olho pra você, eu preciso.
Há um dia em sua vida que já não se sabe nem o motivo do desejo, esse dia chegou. Desejar, por que? Decepções já existem muitas. Ouvir você falar também já cansou, é coisa do verão passado.
No final de 2010 eu não sei mais quem eu sou. Com esses tal 18 anos, eu não sei quem sou, não sei como melhorar, não sei como parar de me machucar, não sei como não mais me apaixonar, não sei.
Cansei de cair, preciso levantar sozinha dessa vez. Mais uma vez, né? Quantas vezes mais?
Preciso respirar de verdade... como? procurar cansa demais. não encontrar o que se procura, então..
pf.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Essa vai pra você.
Nós passamos dias, meses e até anos esperando por alguma coisa. Eu esperei por mim mesma.
Esperei sair dessa toca, desse poço que estava perto demais do precipício em que me joguei, segurando graciosamente essa tua mão.
Essa tua mão fraca, que me deixou cair, que me despedaçou, que machucou não só meu coração, mas eu inteira. Veja como estive por você. Ridiculamente quebrada.
No nosso dia te entreguei meus sentimentos. Mais uma vez. Joguei todos fora, retirei-os de minha mente e entreguei em forma de papel pra ti. Pra que pudesse ver tudo que senti.
Porque você sabe, das palavras nós não fugimos, e esta folha de papel que dei pra ti estará guardada sempre, não importa quantas vezes você a jogue para longe ou queime. Estão guardadas.
Tanto em você, como em mim.
E hoje é o dia de superar. Não se engane, quando disse que ia embora, eu FUI embora. Estou indo embora, todos os dias, enquanto seu modo previsível despedaça o que restou do que um dia chamaram de meu coração.
Ontem foi apenas um dia desses que se passou, mais sem você, menos um que sinto sua falta. Hoje, talvez eu sinta, talvez eu queira, mas não mais. E amanhã, quem sabe, isso vá sumindo.
Do mesmo modo que um trem parte. Em direção ao nada, pois é pra lá que esse amor que tão ingenua dei pra ti vai. Acabou, tem que ter acabado.
Quando você escorregar deste precipício, sentirá então que desta vez, quem estará desprotegido e sem mãos para agarrar, não sera mais eu. Nunca mais será.
Talvez se você crescesse, e escrevesse um novo conto nessa sua vida tediosa, algo que te fizesse acordar e perceber o grande bosta que você está tentando se tornar, nós possamos conversar.
Até lá, você fica. Eu vou embora.
Agora, a decisão é minha.
Levo embora esse meu coração que está tentando parar de sangrar todos os dias e que um dia vai se reconstruir, porque esse amor que nutri por ti não é tudo que tenho, não é, e hoje, eu fico com o que restou disso.
E vou juntar cada pedaçinho, não importa o tempo que demore, não importa, desde que me livre dessa dor incessante que você sem perceber me fez sentir.
Obrigado por não mudar. Obrigado por não estar aqui.
Mas acima de tudo, obrigado por me fazer crescer. :)
Esperei sair dessa toca, desse poço que estava perto demais do precipício em que me joguei, segurando graciosamente essa tua mão.
Essa tua mão fraca, que me deixou cair, que me despedaçou, que machucou não só meu coração, mas eu inteira. Veja como estive por você. Ridiculamente quebrada.
No nosso dia te entreguei meus sentimentos. Mais uma vez. Joguei todos fora, retirei-os de minha mente e entreguei em forma de papel pra ti. Pra que pudesse ver tudo que senti.
Porque você sabe, das palavras nós não fugimos, e esta folha de papel que dei pra ti estará guardada sempre, não importa quantas vezes você a jogue para longe ou queime. Estão guardadas.
Tanto em você, como em mim.
E hoje é o dia de superar. Não se engane, quando disse que ia embora, eu FUI embora. Estou indo embora, todos os dias, enquanto seu modo previsível despedaça o que restou do que um dia chamaram de meu coração.
Ontem foi apenas um dia desses que se passou, mais sem você, menos um que sinto sua falta. Hoje, talvez eu sinta, talvez eu queira, mas não mais. E amanhã, quem sabe, isso vá sumindo.
Do mesmo modo que um trem parte. Em direção ao nada, pois é pra lá que esse amor que tão ingenua dei pra ti vai. Acabou, tem que ter acabado.
Quando você escorregar deste precipício, sentirá então que desta vez, quem estará desprotegido e sem mãos para agarrar, não sera mais eu. Nunca mais será.
Talvez se você crescesse, e escrevesse um novo conto nessa sua vida tediosa, algo que te fizesse acordar e perceber o grande bosta que você está tentando se tornar, nós possamos conversar.
Até lá, você fica. Eu vou embora.
Agora, a decisão é minha.
Levo embora esse meu coração que está tentando parar de sangrar todos os dias e que um dia vai se reconstruir, porque esse amor que nutri por ti não é tudo que tenho, não é, e hoje, eu fico com o que restou disso.
E vou juntar cada pedaçinho, não importa o tempo que demore, não importa, desde que me livre dessa dor incessante que você sem perceber me fez sentir.
Obrigado por não mudar. Obrigado por não estar aqui.
Mas acima de tudo, obrigado por me fazer crescer. :)
domingo, 12 de setembro de 2010
A carta
Ei, ontem consegui escrever pra você tudo -ou quase- que sempre quis te dizer. Hoje, esperei que alguma mudança ocorresse e você viesse e me perguntasse algo. Não veio. E a carta está aqui, em minhas mãos, como um tesouro, ou uma bomba. É, definitivamente, uma bomba. Ela marca as horas do tempo que tenho perdido te esperando, e eu sinceramente estou saturada. Não dá mais. Mas o pior, é ter que me reconstruir, é ter que tentar sorrir verdadeiramente, de novo. É pensar que eu vou superar, que eu vou esquecer, e o que vai restar vai ser um vazio, maior do que este que já está aqui hoje. Tic tac. E eu preciso te entregar. Preciso acabar com as esperas, com o sorriso sinico sempre que olho algum casalzinho feliz e imagino que daqui a algum tempo, algum deles se encontrará na mesma posição que eu.
Onde todos esstão se metendo? Não ouviu falar que no século 21 a gente não ama mais? E quem ainda sente? Para com isso, toolo. Quem ainda sente termina desse jeito, amigo. Mas a pior parte, é que não termina. A gente continua. A gente acorda todos os dias com novas mentiras pra contar, fingindo que superou e que aquela pessoa não é mais ninguém. Porque ela, ah, ela continua. Talvez lembre de você entre uma boca ou outra que ela beija.. Ao contrário de você, que só consegue jogar solidão por aí, e machucar outros corações que ainda, e eu repito, ainda, não sentiram a dor que hoje você sente. E só você sente, seus amigos já cansaram de tentar ajudar, de te resgatar, de fazer com que você supere (afinal, era só uma paixãozinha adolescente) e você já não tem forças pra lutar e gritar, gritar, gritar. Olha só, talvez não fosse só isso, okk? Talvez, só eu e ele soubessemos o sentimento que nutriamos um pelo outro. E hoje, talvez só eu continue me lembrando disso. Quase 6 da manhã, e eu continuo acordada pensando em como tirar seu nome, seu rosto, do meu pensamento. Pensando em como poderei um dia sentir tudo isso de novo, como QUERER sentir isso, pra acabar sozinha? Só to cansada demais de construir e destruir sonhos e fantasias.
Onde todos esstão se metendo? Não ouviu falar que no século 21 a gente não ama mais? E quem ainda sente? Para com isso, toolo. Quem ainda sente termina desse jeito, amigo. Mas a pior parte, é que não termina. A gente continua. A gente acorda todos os dias com novas mentiras pra contar, fingindo que superou e que aquela pessoa não é mais ninguém. Porque ela, ah, ela continua. Talvez lembre de você entre uma boca ou outra que ela beija.. Ao contrário de você, que só consegue jogar solidão por aí, e machucar outros corações que ainda, e eu repito, ainda, não sentiram a dor que hoje você sente. E só você sente, seus amigos já cansaram de tentar ajudar, de te resgatar, de fazer com que você supere (afinal, era só uma paixãozinha adolescente) e você já não tem forças pra lutar e gritar, gritar, gritar. Olha só, talvez não fosse só isso, okk? Talvez, só eu e ele soubessemos o sentimento que nutriamos um pelo outro. E hoje, talvez só eu continue me lembrando disso. Quase 6 da manhã, e eu continuo acordada pensando em como tirar seu nome, seu rosto, do meu pensamento. Pensando em como poderei um dia sentir tudo isso de novo, como QUERER sentir isso, pra acabar sozinha? Só to cansada demais de construir e destruir sonhos e fantasias.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
breaking dreams.
você não vê?
Preciso desesperadamente de você.
Podemos ser só amigos, posso ter teu ombro encostado no meu e isso já me bastaria, desde que eu tenha seu melhor sorriso, desde que eu saiba que meu amor é seu. Não aguento mais mentir, não posso mais fingir que estou bem, não consigo. Preciso de você. Deus, como pude gostar tanto de alguém a esse ponto? Não sei.
Sei que sinto. Sinto muito.
Preciso da sua ajuda, preciso da sua mão.
Tentei em vão te escrever várias vezes, pra te mostrar e te fazer sentir o que hoje eu sinto, mas não mais. Joguei as cartas fora, fechei a porta de casa e ignorei todos os meus sentimentos. Sinto você tão longe e tão perto. Não consigo mais esquecer, ignorar, não consigo passar por cima desse pesadelo.
Se ao menos fosse tudo sobre você. Se ao menos eu fosse tudo para você.
O amor espera? Espera? Me diz que minha hora de esperar acabou, por favor.
Ninguém mais serve, exceto você.
Você disse um certo dia que não me fazia bem, realmente, essa sua distância só me faz mal. Por que não chega mais perto?
to cansada de construir sonhos e destrui-los sozinha todos os dias e noites.
Preciso desesperadamente de você.
Podemos ser só amigos, posso ter teu ombro encostado no meu e isso já me bastaria, desde que eu tenha seu melhor sorriso, desde que eu saiba que meu amor é seu. Não aguento mais mentir, não posso mais fingir que estou bem, não consigo. Preciso de você. Deus, como pude gostar tanto de alguém a esse ponto? Não sei.
Sei que sinto. Sinto muito.
Preciso da sua ajuda, preciso da sua mão.
Tentei em vão te escrever várias vezes, pra te mostrar e te fazer sentir o que hoje eu sinto, mas não mais. Joguei as cartas fora, fechei a porta de casa e ignorei todos os meus sentimentos. Sinto você tão longe e tão perto. Não consigo mais esquecer, ignorar, não consigo passar por cima desse pesadelo.
Se ao menos fosse tudo sobre você. Se ao menos eu fosse tudo para você.
O amor espera? Espera? Me diz que minha hora de esperar acabou, por favor.
Ninguém mais serve, exceto você.
Você disse um certo dia que não me fazia bem, realmente, essa sua distância só me faz mal. Por que não chega mais perto?
to cansada de construir sonhos e destrui-los sozinha todos os dias e noites.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Fragmentos de um .sorriso.
Quando nós somos crianças nós não conseguimos notar bem o que é esse tal do "sorriso". Ele costuma surgir bastante em nossos rostos, pode durar segundos ou horas, mas ele sempre volta. Tão fácil, com qualquer coisa que possa ser impressionante ou não significar nada.
Ao passo que vamos crescendo, isso também vai mudando, essa palavra não faz parte do tal dicionário de coisas que todo o ser humano busca.
Todos querem ser felizes, claro. Todos buscam amor, algum tipo de consolo que na maioria das vezes não encontram na sua casa, ou em si mesmos.
E nós vamos nos esquecendo do quanto o tal sorriso fazia parte do nosso dia, e raramente alguém pede por ele, o anseia.
Hoje eu o perdi. Perdi meu sorriso, e mais do que tudo, mais do que todo o amor que um dia eu quis, hoje eu quero sorrir. Não precisa ser por muito tempo, e esse sorriso pode me fazer sofrer e chorar muito mais depois, não importa, desde que ele exista.
Nunca fui muito de sorrir, de demonstrar tal emoção, por mais feliz que estivesse, mas isso havia se modificado.
Quando eu te olhava, o sorriso surgia em meu rosto e tal exposição do meu sentimento causava um medo tremendo, mas ele simplesmente era mais forte do que tudo. Talvez, essa fosse a única forma real de mostrar que eu te amava, porque você sabe, hoje em dia, as palavras não dizem nada, mas aquele sorriso, ah, ele dizia tudo. Quem sabe, você não conseguiu me decifrar naquele sorriso, mais do que em qualquer outro beijo, ou qualquer frase feita que falei pra ti.
Cheguei a sentir que nunca mais iria sorrir desse jeito, até que te vi, até que te toquei, até que ouvi você dizer tudo que achei que fosse ouvir apenas em sonhos. Era real. Por um segundo, minutos, horas, um dia que ficou pra trás. Foi real, está sendo real. Você não vê? Você não vê meu sorriso pra você? Cada dia em que você novamente aparece e meu sorriso vem. Senti tanta falta desse sorriso, esse que é só seu, seu e de mais ninguém.
Devo admitir, hoje, quando você se vai, as despedidas são quase eternizadas por mim, por medo de que todos os meus novos sorrisos nunca mais voltem. Eles tem voltado. Ser sensata? Não sei bem o que dizer a respeito. É isso que eu quero. Eu quero meus sorriso do teu lado, não importa a hora, o lugar, o seu motivo. Importa o meu, o meu amor, minha saudade, aquela sensação de explosão só de ouvir uma frase, só de sentir você em mim. A sensação de saber que ainda tem efeito. Em mim, e em você. E se amanhã tudo acabar, e eu sofrer, e eu chorar, e esse sorriso sumir de vez, não importa. Realmente, não importa. O que importa é que ele existiu, eu amei, amei meu sorriso ao teu lado, e tinha sentido falta dele, assim como você também sentiu. Espero não voltar a sentir por muito tempo. Volta, por favor.
Ao passo que vamos crescendo, isso também vai mudando, essa palavra não faz parte do tal dicionário de coisas que todo o ser humano busca.
Todos querem ser felizes, claro. Todos buscam amor, algum tipo de consolo que na maioria das vezes não encontram na sua casa, ou em si mesmos.
E nós vamos nos esquecendo do quanto o tal sorriso fazia parte do nosso dia, e raramente alguém pede por ele, o anseia.
Hoje eu o perdi. Perdi meu sorriso, e mais do que tudo, mais do que todo o amor que um dia eu quis, hoje eu quero sorrir. Não precisa ser por muito tempo, e esse sorriso pode me fazer sofrer e chorar muito mais depois, não importa, desde que ele exista.
Nunca fui muito de sorrir, de demonstrar tal emoção, por mais feliz que estivesse, mas isso havia se modificado.
Quando eu te olhava, o sorriso surgia em meu rosto e tal exposição do meu sentimento causava um medo tremendo, mas ele simplesmente era mais forte do que tudo. Talvez, essa fosse a única forma real de mostrar que eu te amava, porque você sabe, hoje em dia, as palavras não dizem nada, mas aquele sorriso, ah, ele dizia tudo. Quem sabe, você não conseguiu me decifrar naquele sorriso, mais do que em qualquer outro beijo, ou qualquer frase feita que falei pra ti.
Cheguei a sentir que nunca mais iria sorrir desse jeito, até que te vi, até que te toquei, até que ouvi você dizer tudo que achei que fosse ouvir apenas em sonhos. Era real. Por um segundo, minutos, horas, um dia que ficou pra trás. Foi real, está sendo real. Você não vê? Você não vê meu sorriso pra você? Cada dia em que você novamente aparece e meu sorriso vem. Senti tanta falta desse sorriso, esse que é só seu, seu e de mais ninguém.
Devo admitir, hoje, quando você se vai, as despedidas são quase eternizadas por mim, por medo de que todos os meus novos sorrisos nunca mais voltem. Eles tem voltado. Ser sensata? Não sei bem o que dizer a respeito. É isso que eu quero. Eu quero meus sorriso do teu lado, não importa a hora, o lugar, o seu motivo. Importa o meu, o meu amor, minha saudade, aquela sensação de explosão só de ouvir uma frase, só de sentir você em mim. A sensação de saber que ainda tem efeito. Em mim, e em você. E se amanhã tudo acabar, e eu sofrer, e eu chorar, e esse sorriso sumir de vez, não importa. Realmente, não importa. O que importa é que ele existiu, eu amei, amei meu sorriso ao teu lado, e tinha sentido falta dele, assim como você também sentiu. Espero não voltar a sentir por muito tempo. Volta, por favor.
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